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Oliveirando em Azemeis

Oliveirando em Azemeis

ENTIDADES FORMADORAS FORAM DISTINGUIDAS EM AVEIRO - afatv

22.01.23 | oliveirandoemazemeis

AFATV - 21-01-2023

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O Parque de Feiras e Exposições de Aveiro foi palco de novo reconhecimento aos clubes da Associação de Futebol de Aveiro (AFA) que em 2021/2022 concluíram o seu processo de certificação como Entidades Formadoras.

Ao todo, foram distinguidas 68 clubes, número que reflete o bom trabalho levado a cabo pelos clubes do distrito de Aveiro e que constitui um novo crescimento, depois dos 49 emblemas destacados no ano passado.

Num processo complexo e com diferentes enquadramentos, os clubes de Aveiro deram boa conta de si, comprovando, uma vez mais o elevado nível de qualidade do futebol e do futsal de formação no distrito. Ainda assim, o principal destaque vai para o CD Feirense, caso único por ter alcançado as cinco estrelas, patamar máximo da certificação em Portugal. 

A cerimónia contou com a presença dos órgãos sociais da AFA, bem como de Fernando Gomes, Presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), de diretores da FPF e de autarcas de diferentes pontos do distrito.

 

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A sala estava cheia. - Regina Affonso Teixeira Mateiro

21.01.23 | oliveirandoemazemeis

Na Plataforma do Facebook, e no dia vinte e um de Janeiro de dois mil e vinte e tres, pelas vinte horas e dois minutos, a oliveirense REGINA AFFONSO TEIXEIRA MATEIRO postou na sua pagina pessoal a imagem abaixo, aconpanhada do texto «Venho do lançamento do 35 livro de Tavares Ribeiro. Este, (Re)nascer, palavras poéticas.

 

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Esta é a actuação do Grupo do Outeiro, a seguir foi do Grupo Sénior de Azeméis. Ouve dança com recitação. A sala estava cheia.

Parabéns Tavares Ribeiro!

Parabéns aos clubes do concelho que obtiveram o reconhecimento da Ass. Futebol de Aveiro como entidades formadoras de excelência - helder simoes

21.01.23 | oliveirandoemazemeis

Na Plataforma do Facebook, e no dia vinte e um de Janeiro de dois mil e vinte e tres, pelas dezassete horas e oito minutos, o oliveirense HELDER SIMÕES postou na sua pagina pessoal, a imagem abaixo, acompanhada do texto «Parabéns aos clubes do concelho que obtiveram o reconhecimento da Ass. Futebol de Aveiro como entidades formadoras de excelência.

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Atlético Clube de Cucujães
Futsal Azeméis
Clube Desportivo de Loureiro
Grupo Cultural e Recreativo de Ossela
Futebol Clube Cesarense
União Desportiva Oliveirense
 
Um agradecimento a todos os dirigentes e treinadores envolvidos que valorizam os seus clubes e o concelho!

 

 

   Relacionado   

Na Plataforma do Facebook, e no dia vinte e um de Janeiro de dois mil e vinte e tres, pelas dezasseis horas e dezanove minutos, o oliveirense MARCO SILVA postou na sua pagina pessoal, as imagens abaixo, acompanhadas dos gifs «🍾💪»

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   Relacionado   

Na Plataforma do Facebook, e no dia vinte e um de Janeiro de dois mil e vinte e tres, pelas vinte e duas horas e dez minutos, a UNIÃO DESPORTIVA OLIVEIRENSE postou na sua pagina oficial, a imagem abaixo, acompanhada do texto

🔵Entidades Formadoras🔴

Decorreu hoje no Parque de Exposições de Aveiro a cerimónia de entrega da placa de Certificação de Entidade Formadora por parte da FP Futebol e da AF Aveiro.

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A União Desportiva Oliveirense revalidou a sua Certificação de ⭐️⭐️⭐️⭐️
 
 

 

 

Fernando Pegas / Actualizado em 21-01-2023 às 21:16

Oliveirense no feminino ha 37 anos atras - adelino bastos

11.01.23 | oliveirandoemazemeis
Na Plataforma do Facebook, e no dia dez de Janeiro de dois mil e vinte e tres, pelas quinze horas e quatro minutos, o oliveirense ADELINO BASTOS postou sa sua pagina pessoal, a imagem abaixo, acompanhado do texto intitulado «Oliveirense no feminino ha 37 anos atras.😉»
 
8 Junho 1985 - 1o. jogo do PRIMEIRO Torneio Nacional de Futebol Feminino contra o Boavista. Resultado foi fechado a sete chaves na memoria desta equipa.
 

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As meninas em pe: Florbela, Paula, Esmeralda, Jacinta, Cristina, Anabela, Maria Joao, Manuela, Margarida. Em baixo: Suzi, Isabel, Aurora, Benvinda, Sandra, Margarida, Sao, Milu.

 

Tendo gerado as seguintes reacções ...

- Pelas quinze horas e nove minutos, do dia dez de Janeiro de dois mil e vinte e tres, ANIBAL CASTRO FABRICA disse «Ficou guardado a sete chaves tipo o resultado do primeiro jogo de uma famosa equipa de hóquei em patins 😎😏»

- Pelas vinte e uma horas e cinquenta e tres minutos, do dia dez de Janeiro de dois mil e vinte e tres, BENVINDA COSTA disse «Foi bem divulgado vocês é que não estão atentos. Diz uma das presentes.🤣🤣»

- Pelas vinte e uma horas e cinquenta e sete minutos, do dia dez de Janeiro de dois mil e vinte e tres, BENVINDA COSTA disse «Às minhas colegas desse tempo um forte abraço. Bom Ano 2023»

- Pelas vinte e duas horas e vinte e tres minutos, do dia dez de Janeiro de dois mil e vinte e tres, BARBOSA JOSE disse «Eu vi vários jogos desta equipa. Dessa equipa do Boavista, eu vi um único jogo e era na altura a melhor equipa portuguesa.»

- Pelas vinte e tres horas e sete minutos, do dia dez de Janeiro de dois mil e vinte e tres, MARIA JOAO SILVA disse «Grande equipe»

- Pelas nove horas e vinte e um minutos, do dia onze de Janeiro de dois mil e vinte e tres, JOAQUIM FRANÇA MOREIRA MOREIRA disse «E o mister Costinha.!»

- Pelas doze horas e trinta e cinco minutos, do dia onze de Janeiro de dois mil e vinte e tres, MILU BAPTISTA disse «Saudades, Benvinda!!!!»

- Pelas doze horas e trinta e cinco minutos, do dia onze de Janeiro de dois mil e vinte e tres, MILU BAPTISTA disse «Ai nao foi fechado a sete chaves, não. Nós não perdemos!... Nós aprendemos foi a perder por menos, que foi o que aconteceu no segundo jogo contra o Boavista.»

 

   Relacionado   

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https://oliveirandoemazemeis1.blogs.sapo.pt/equipa-de-futebol-feminino-da-uniao-312832

 

Fernando Pegas / Actualizado em 11-01-2023 às 16:32

Ano Novo, vida nova, velhas discussões. É o que me ocorre a propósito da Linha do Vouga. - bruno aragao

10.01.23 | oliveirandoemazemeis

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“Visão de Futuro” - “Correio de Azeméis “
10/01/2023

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Ano Novo, vida nova, velhas discussões. É o que me ocorre a propósito da Linha do Vouga.
 
1. A Linha do Vouga esteve anos abandonada. O último governo PSD/CDS propôs o seu encerramento, no então designado “Plano Estratégico de Transportes”, publicado em Diário da República a 10 de novembro de 2011.
 
2. Por enorme pressão pública e política, de partidos como o PS, PCP e BE, o encerramento não aconteceu. Em vez disso, houve uma total ausência de investimento, uma forma de encerramento às prestações, por desistência.
 
3. O investimento na manutenção no troço Oliveira de Azeméis-Santa Maria da Feira foi um passo de gigante para a conservação de uma linha condenada até há poucos anos. Tal como o concurso recentemente lançado para a requalificação entre Oliveira de Azeméis e Sernada, um troço há anos encerrado a passageiros, o será.
 
7. Estes exemplos não substituem o investimento bastante mais avultado previsto para a requalificação integral entre Espinho e Aveiro, permitindo a sua ligação à Linha do Norte em ambos os pontos, mas tornam-no finalmente irreversível.
 
8. Apesar disto, uma discussão recente voltou a colocar em causa a bitola. Parece um pouco a triste discussão sobre o aeroporto. Quando tudo parece decidido há sempre alguém que se lembra de colocar o processo em causa.
 
9. Em 2022 fiz mais de 25 mil quilómetros de comboio. Sou um passageiro frequente. Andei em comboios para todos os gostos, em horários para todos os hábitos e não me faltam histórias para contar. Raramente pensei na bitola em que deslizo, na idade do comboio em que me sento, no sistema de eletrificação que o alimenta, se faço transbordo ou o serviço é direto. Como todos os passageiros, o que quero é conforto, rapidez, serviço regular, pontualidade e, se possível, mais rede no território. O resto, deixemos com os técnicos que têm de pensar, com os recursos disponíveis, na melhor engenharia para nos garantir, em muitas e muitas viagens, esse conforto.
 
Bruno Aragão
Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista
 
 

Linha do Vale do Vouga - o regional

10.01.23 | oliveirandoemazemeis

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Tenho acompanhado, com verdadeiro interesse, a campanha que Castro Almeida tem promovido em “O Regional” sobre a ligação direta da linha do Vale do Vouga, em bitola larga, à linha do Norte em Espinho. Com esta ligação seria possível ir de S. João da Madeira até Campanhã em 40 minutos, sem ter de mudar de comboio. E, a partir daí, chegar a todos os lugares da área metropolitana do Porto (a que felizmente pertencemos) pelo preço do Andante (metropolitano), que é de 40 euros mensais.


Castro Almeida é um conhecedor exímio da nossa região (Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Santa Maria da Feira) sabe que nos encontramos inseridos numa área muito industrializada, onde o tempo é dinheiro, e a eficiência tem de ser continuamente procurada.


Não é mais aceitável pensar que, para se ir em caminho de ferro até ao Porto se tenha de fazer um transbordo em Espinho e demorar no total do percurso bem mais de uma hora.


Devo dizer-lhes que, para além das muitas e pertinentes razões apresentadas por Castro Almeida na defesa da solução que preconiza, eu sou também um interessado especial, e vou-lhes expor a minha situação, que julgo ser também comum a muitos residentes nesta região.


Tenho a minha filha emigrada, a viver com o marido e um filho, em Berlim, e, duas a três vezes por ano, desloca-se a S. João da Madeira para passar férias e matar saudades da família e das amigas. Acontece que a Ryanair, para poder fazer os voos a preços razoáveis, começa a trabalhar muito cedo e acaba tarde, já ao fim do dia. Deste modo, consegue ter um bom aproveitamento do capital investido nos aviões, que fazem vários voos todos os dias. Se isto é uma grande mais-valia para a minha filha, que tem voos diretos de Berlim para o aeroporto Sá Carneiro, a preços razoáveis, já para mim é uma grande dor de cabeça porque, nos dias em que ela parte, tenho de a ir levar ao aeroporto. Nesses dias, tenho de me levantar pelas três da manhã e ir de noite, por vezes com muita chuva, levá-la ao Sá Carneiro na Maia para ela poder seguir para a Alemanha. Quase o mesmo se passa nas suas vindas. Aí, o avião chega perto da meia-noite e só passado sempre mais de meia hora é que as malas são entregues. Como a minha filha, o marido e o filho trazem sempres três malões, de vinte quilos cada um, e, aquelas horas não existe transporte decente e a preços razoáveis, eu sou obrigado a ir de automóvel procurá-los ao aeroporto e tenho de meter a viatura no estacionamento subterrâneo, o que representa pagar valores elevados. No final, chego a S. João da Madeira perto das duas horas da manhã, muito cansado e a pensar que, com os meus 77 anos, não poderei continuar a prestar este serviço à família por muito mais tempo.


Quando passo por estas dificuldades lembro-me sempre da justíssima campanha de Castro Almeida que, se fosse implementada, permitiria à minha filha vir de comboio, com toda a comodidade, pagando valores irrisórios, sem ter de sobrecarregar o seu pai.


Dr. Castro Almeida não desista, pois, a sua ideia representa uma enorme mais-valia para a região.


Sanjoanenses, Feirenses e Oliveirenses

manifestem-se na defesa dos vossos interesses.


Os que não lutam e não defendem os interesses comuns, não merecem as benfeitorias que lhes são facultadas.


Temos, todos juntos, de levar os nossos autarcas a pronunciar-se sobre esta tão necessária realização e a defendê-la junto do Ministério das Infraestruturas para que a linha do Vale do Vouga, entre Oliveira de Azeméis e Espinho passe a ter bitola ibérica, tal como todas as linhas férreas que servem as principais cidades do país.

 

Fernando Pegas / Actualizado em 10-01-2023 às 12:19

A propósito de "Comboio direto até ao Porto" - o regional

10.01.23 | oliveirandoemazemeis

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Do Movimento Cívico da Linha do Vouga recebemos um pedido de publicação de um texto, como direito de resposta à opinião aqui publicada na última edição, da autoria de Castro Almeida. Reconhecendo a sua longa extensão, o MCLV pediu que ‘O Regional’ comprimisse o seu texto. É o que fazemos, citando as partes mais significativas:


“O sucesso da exploração turística que decorre já na linha do Vouga, desde 2017, entre Aveiro e Águeda, é algo inegável e que tem de ser rapidamente replicado para aos seus restantes troços. Desde de 2019 que a CP tem vindo a recuperar imenso material histórico de bitola métrica, que só poderá colocar em circulação nesta linha, visto que é a única que permanece ativa em Portugal. Tal facto, confere-lhe um estatuto de exclusividade, que inevitavelmente a torna ainda mais atrativa para os turistas e convém sublinhar que muitos deles são estrangeiros. Se em boa verdade, hoje em dia, cidades como Águeda e Santa Maria da Feira estão bastantes desenvolvidas a nível turístico, com festivais que atraem multidões, como é o caso do Agitágueda e da Viagem Medieval, respetivamente, outras cidades como Albergaria-a-Velha, Oliveira de Azeméis, São João da Madeira e Espinho (com exceção da época balnear) estão, no nosso ponto de vista, ainda muito atrasadas neste panorama. Como tal, estas últimas cidades que aqui referimos, podem e devem aproveitar o turismo ferroviário para se darem a conhecer ao mundo e impulsionar a sua economia local”.


Sobre a questão financeira acrescenta: “Resumidamente e fazendo as contas, apenas para o troço norte (Oliveira de Azeméis-Espinho), a modernização mantendo a atual bitola terá um custo de 34 milhões de euros, ao passo que com alteração de bitola terá um custo nunca inferior a 75 milhões de euros. O problema da alteração da bitola não fica apenas pelo custo mais elevado. O próprio tempo de construção seria bem mais elevado e implicaria enumeras correções de traçado, cuja consequência direta passa pelas expropriações de habitações e empresas que eventualmente possam estar edificadas demasiado próximas do leito de via”.


A propósito da velocidade, diz que “Obviamente, seja em bitola métrica ou bitola ibérica, os tempos de viagem na linha do Vouga serão sempre mais curtos, pois existirá sempre correções de traçado e consequente aumento das velocidades praticadas”.


A cerca do transbordo em Espinho, escreve o seguinte: “Na perspectiva de Castro Almeida, uma ligação direta ao Porto “seria um ganho de tempo e de conforto que pode fazer a diferença quando se está hesitante entre o transporte automóvel ou por comboio.” Aqui, aproveitamos nós para fazer a seguinte questão: será um simples transbordo em Espinho assim tão desconfortável? É que somente se está a analisar a possibilidade do passageiro que segue direto para o Porto. Então, e os passageiros que têm de chegar a Espinho para procurar um comboio de longo curso que os levem, por exemplo, até Viana do Castelo, Braga, Coimbra ou Lisboa? Não terão sempre que efetuar um transbordo?!”


“Para finalizar, um dos argumentos que se tem usado para que haja alteração da bitola passa pela construção da Linha de Alta Velocidade, que supostamente libertará a Linha do Norte para mais serviços urbanos. O problema é que a modernização da Linha do Vouga carece de máxima urgência e não podemos ficar pendentes de uma suposta construção de outra via férrea para que a nossa progrida. Neste momento, a Linha do Norte está sobrecarregada no eixo Aveiro-Porto, pois nele circulam os comboios de mercadorias, os urbanos, os regionais e inter-regionais e os comboios de longo curso, pelo que seria muito complicado acrescentar circulações vindas da Linha do Vouga. Não existindo garantias de que nos próximos dez anos exista canal horário na Linha do Norte para circulações vindas da Linha do Vouga, temos de avançar pela solução da bitola métrica pois é mais económica, mais rápida, mais realista e com potencial turístico, que responde de igual modo aos interesses das populações inseridas na AMP, sem desprezar as restantes populações que são também servidas por esta via férrea”.

 

Fernando Pegas / Actualizado em 10-01-2023 às 12:07

Coligação PSD/CDS-PP/IL defende comboio direto ao Porto - o regional

10.01.23 | oliveirandoemazemeis

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A modernização e requalificação da Linha do Vouga é um desejo antigo e legitimo das populações por ela servidas já que, revalorizada, será um elemento de coesão da Área Metropolitana do Porto (AMP). De facto, neste momento, deparamo-nos com um desequilíbrio entre o norte e o sul da AMP, uma vez que os concelhos de Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Santa Maria da Feira vêem-se privados de uma ligação eficaz ao Porto, o coração da Área Metropolitana. Temos, pois, um recurso desperdiçado que, requalificado, nos permitirá encurtar distâncias e far-nos-á sentir parte integrante da AMP.


Não investir na Linha do Vale do Vouga, tornando-a num verdadeiro desígnio de mobilidade e acessibilidade, é ignorar a enorme importância de uma vasta região, com grande peso na Economia do nosso país, pois o eixo Oliveira de Azeméis/S. João da Madeira/Santa Maria da Feira/Espinho é fortemente industrializado e, essencialmente, exportador, pelo que é, efetivamente, sob o ponto de vista económico, um dos mais significativos e de maior peso de Portugal.


Tal como consta do Plano Ferroviário Nacional a linha do Vouga será a única do país com bitola métrica, incompatível com toda a restante rede ferroviária nacional. O pitoresco desta situação pode ser interessante para o turismo ferroviário, mas não serve às populações do Entre Douro e Vouga que continuarão privadas de uma ligação ferroviária direta até ao Porto.


Na sequência desta preocupação da coligação “A Melhor Cidade do País” apresentou, para discussão e votação na próxima reunião da Câmara Municipal de S. João da Madeira, uma moção que defende um comboio direto ao Porto sem necessidade de mudar de composição.


Apresentamos esta moção convictos de que a Câmara Municipal de S. João da Madeira, votará favoravelmente, colocando-se, assim, ao lado das populações e não seguindo a orientação do governo do partido socialista.

 

Gabinete de comunicação
A Melhor Cidade do País

 
 

Não está o Plano Ferroviário Nacional em discussão pública? - albino martins

10.01.23 | oliveirandoemazemeis

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Na Plataforma do Facebook, e no dia dois de Dezembro de dois mil e vinte e dois, pelas vinte e uma horas e quarenta e cinco minutos, o oliveirense ALBINO MARTINS postou na sua pagina pessoal, o seguinte texto «Na última edição de "O Regional", de S. João da Madeira, o Dr. Castro Almeida escreve com grande oportunidade sobre a Linha do Vouga e o que ela pode vir a ser (ou não) no contexto da Área Metropolitana do Porto e na vida dos milhares de cidadãos que povoam o sul desta região, nomeadamente os concelhos de Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Santa Maria da Feira.

Melhor do que dissertar aqui sobre as ideias expostas com clareza naquele artigo, aconselho a sua leitura.

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https://oregional.pt/2022/12/15/comboio-direto-ate-ao-porto-2/

 
Por mim, reforço apenas que o nosso "Vouguinha" a continuar linha única do país com bitola métrica fica isolado e condenado a morrer. Só uniformizado e a ligar-nos diretamente ao Porto pode vingar e contribuir verdadeiramente para a coesão da área metropolitana que é suposto servir.
 
E porquê discutir o assunto neste momento?
A motivação está na recente apresentação do Plano Ferroviário Nacional que propõe a modernização desta ferrovia sem a tirar do isolamento de única linha estreita do país, impedindo que as suas composições possam chegar ao Porto, por exemplo.
 
Resta-nos a esperança de o Ministro das Infraestruturas ser sanjoanense, conhecer bem a realidade que Castro Almeida expõe e poder reconsiderar este pormenor (ou "por maior") do PFN enquanto é tempo.
 
Com esta despretensiosa achega ao artigo do Dr. Castro Almeida, como oliveirense, portanto metropolitano periférico, só quero reforçar o quanto o tema nos interessa.
 
Os nossos autarcas, por certo, também não o deixarão passar em claro. Não está o Plano Ferroviário Nacional em discussão pública?
 
 
 
Tendo gerado as seguintes reacções ...
 
- Pelas vinte e duas horas e vinte e seis minutos, do dia dois de Dezembro de dois mil e vinte e dois, o oliveirense BARBOSA JOSÉ disse «Parece-me que, por muito acertada que seja a reflexão, é capaz de de já ser um pouco tarde porque, nos últimos meses, tem-se assistido a obras profundas ao longo do percurso OAZ/Espinho, já com milhares enterrados na substituição de cascalho e carris.»
 
- Pelas vinte e duas horas e vinte e oito minutos, do dia dois de Dezembro de dois mil e vinte e dois, o oliveirense ALBINO MARTINS disse «Barbosa José, estas obras não são a remodelação profunda prevista no PFN. Este prevê inclusivé a correção do traçado em alguns locais e a alteração de pontos de paragem/ estações. Não prevê é a alteração da bitola.»
 
 
 
Fernando Pegas / Actualizado em 10-01-2023 às 11:23

Confesso mas estou arrependido - albino martins

09.01.23 | oliveirandoemazemeis

Na Plataforma do Facebook, e no dia nove de Janeiro de dois mil e vinte e tres, pelas doze horas e cinquenta e nove minutos, o oliveirense ALBINO MARTINS postou na sua pagina pessoal, a imagem abaixo, acompanhada do texto «Confesso que ontem fui um daqueles que não trocaram o conforto dos chinelos e o agasalho da casa por uma tarde cultural de alto nível, separados os dois locais de permanência por uma chuva copiosa e persistente.

Confesso mas estou arrependido.

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Hoje, ao sair à rua numa manhã soalheira e ao passar à nossa renovada casa de espetáculos, dou comigo a pensar no próximo evento e prometo a mim mesmo com firmeza que não o vou perder. E vou já sonhando com um novo ciclo que nos faça sair da letargia deste inverno bem chuvoso, nos injete nova seiva nas veias e nos aqueça os corpos e as almas.
 
"Ciclo da Primavera" pode muito bem ser o título de um conjunto de espetáculos que inaugure o Teatro Municipal, dando continuidade ao que de melhor se fazia no passado, nesta altura do ano, no velho Caracas.
 
Sim, porque - ao contrário do que às vezes se apregoa - nem tudo o que está para trás foi mau, nem a animação cultural agora é que vai ser, porque antes foi zero...
 
Depois há de vir o verão e as outras estações, cada umas com as suas características sem que qualquer adversidade climatérica prejudique a sucessão normal dos eventos por falta de condições do espaço. E acredito que a habituação dos oliveirenses, há muito iniciada, irá lotar frequentemente a casa. Talvez até - sonhando um pouco mais e acreditando na qualidade que se quererá imprimir à programação - a sala, agora com menos lugares, há de esgotar por muitas vezes. A menos que os preços praticados (também por via da redução de lugares) não sejam convidativos.
 

 

Tendo gerado as seguintes reacções ...

- Pelas treze horas e trinta e seis minutos, do dia nove de Janeiro de dois mil e vinte e tres, RICARDO BASTOS disse «Ontem a sala não estava esgotada mas estava lá perto... Alguém me perguntou qual o segredo para num domingo chuvoso a sala estar quase lotada.

A resposta que me ocorreu foi: "Quando a oferta é boa e se paga, as pessoas dão valor".

De facto uns dias antes dia 5 Janeiro, foi oferecido, sim oferecido por não se pegar, foi oferecido um extraordinário espectáculo e a sala apresentava um aspecto tão diferente... Só pagando demos valor...»

 
- Pelas treze horas e quarenta e oito minutos, do dia nove de Janeiro de dois mil e vinte e tres, ALBINO MARTINS disse «Essa discussão já tem sido feita e continuará a ser... É verdade mas só em certa medida. O meu exemplo pessoal ontem foi só preguiça.»
 
 
- Pelas catorze horas e vinte minutos, do dia nove de Janeiro de dois mil e vinte e tres, MANUEL RAMOS disse «Ricardo Bastos, Não me parece que esse (pagar) seja o problema...
 
Na minha perspectiva, desde que haja qualidade e uma boa divulgação, as pessoas aderem. Se a isso juntarmos uma agenda cultural bem estruturada e com continuidade de maneira a "agarrar" os oliveirenses e o público em geral, temos o sucesso garantido.
 
 
- Pelas dezassete horas e vinte e seis minutos, do dia nove de Janeiro de dois mil e vinte e tres, MARIA FILOMENA MATOS disse «Falta o acento em Azeméis!»
 
 
- Pelas vinte horas e cinquenta e seis minutos, do dia nove de Janeiro de dois mil e vinte e tres, ALBINO MARTINS disse «Maria Filomena Matos, podes esperar "assentada"!»
 
 
 
Fernando Pegas / Actualizado em 09-01-2023 às 23:00

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